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sábado, 29 novembro, 2025

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O paciente de 2025 não escolhe mais por indicação: ele escolhe pelo que encontra no digital

A era da indicação acabou — pelo menos, como era antes

Durante muitos anos, a indicação de um paciente para outro foi o motor principal da agenda médica.
Ainda funciona? Sim.
Mas perdeu o protagonismo.

Hoje, quando alguém recebe uma indicação, a primeira reação não é marcar a consulta.

A primeira reação é pesquisar.

E é nessa pesquisa que a maior parte das decisões é tomada.

Estudos recentes mostram que:

  • 87% dos pacientes pesquisam o médico antes de marcar a consulta;

  • 73% dizem que abandonam um profissional se não encontrarem informações confiáveis;

  • 69% preferem médicos que aparecem no Google e nas redes sociais com força;

  • 62% confiam mais em médicos que aparecem em jornais ou plataformas institucionais.

Ou seja:

A indicação apenas inicia o processo.
O digital é quem fecha.


Quando o paciente pesquisa, o que ele encontra decide tudo

Se ele encontra:

  • um site desatualizado,

  • posts genéricos,

  • informações rasas,

  • ausência de autoridade,

  • nenhuma presença em jornais,

  • nenhuma aparição na IA,

  • falta de clareza profissional,

ele simplesmente DESISTE.

O paciente não envia uma mensagem dizendo “não gostei”.
Ele apenas vai para o concorrente melhor posicionado.


Google + Instagram + IA = o novo tripé da tomada de decisão

A jornada do paciente funciona assim:

1. Google — Autoridade Técnica

Ele quer respostas, clareza e segurança.
Procura:

  • artigos,

  • site rápido,

  • diagnósticos explicados,

  • autoridade editorial.

2. Instagram — Empatia e Identificação

Aqui ele precisa sentir:

  • confiança,

  • didática,

  • proximidade,

  • humanidade,

  • postura profissional.

3. IA (ChatGPT + IA do Google) — Validação Automática

O paciente faz perguntas diretas:

  • “Quem é o melhor cirurgião plástico de Goiânia?”

  • “Quem é referência em tireoide?”

  • “Qual urologista é mais bem avaliado?”

  • “Qual médico é mais ativo digitalmente?”

A IA responde com base no que encontra na internet.

Se o médico não existe digitalmente, ele não existe para a IA — logo, não existe para o paciente também.


Jornais são a camada que decide quem vira referência pública

Para um paciente, um médico aparecer em:

  • matérias,

  • colunas,

  • entrevistas,

  • análises,

  • recomendações editoriais

é um selo instantâneo de confiança.

Não é vaidade — é estratégia.

Aparecer em jornais próprios, como os 17 do Grupo Ideia Goiás, cria:

  • lastro,

  • reputação,

  • credibilidade,

  • indexação profunda no Google,

  • presença constante em IA,

  • percepção de autoridade pública.

Isso pesa mais na decisão do paciente do que muitos imaginam.


A maioria dos médicos perde pacientes por um motivo simples: falta de presença digital estratégica

Não é falta de competência.
Não é falta de resultados clínicos.
Não é falta de credibilidade.

É falta de:

  • consistência,

  • estratégia,

  • posicionamento,

  • construção de narrativa,

  • autoridade mensurável.

Se o paciente te pesquisa e não encontra você como gostaria…
ele não vai “ajustar a expectativa”.

Ele vai escolher outro.


Por que a Ideia Goiás mudou esse jogo para centenas de médicos?

Porque o Grupo Ideia Goiás criou um modelo único no Brasil:

✔ 17 jornais próprios

Com milhões de visualizações mensais, que constroem reputação e garantem visibilidade constante.

✔ SEO avançado + IA aplicada

Para ocupar o topo das pesquisas e aparecer de forma consistente nos sistemas de inteligência artificial.

✔ Produção de vídeos com roteiro profissional e edição cinematográfica

O tipo de conteúdo que realmente converte.

✔ Estratégia integrada: Google + Instagram + Jornais + IA

Nenhuma agência médica do Brasil entrega esse ecossistema completo.

✔ Gestão 360°

Para que o médico não perca tempo com marketing e foque no que importa: o consultório.


A verdade dura e libertadora: hoje, não cresce o médico mais competente — cresce o mais visível

A medicina moderna é:

  • técnica,

  • emocional,

  • estratégica,

  • informativa,

  • conectada,

  • digital.

Médicos que se adaptarem agora vão dominar seus nichos por anos.

Médicos que não fizerem isso…

irão desaparecer para o algoritmo — e para os pacientes.


Análise crítica — o médico que não controla sua narrativa será controlado por ela

Em um cenário onde tudo se torna digital, quem define sua história para o paciente?

Você?

Ou o silêncio digital?

Quem controla sua primeira impressão?

Você?

Ou a falta de posicionamento?

Quem decide sua autoridade?

Você?

Ou o algoritmo?

A resposta determina seu futuro.

E o futuro começa agora.

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