A era da indicação acabou — pelo menos, como era antes
Durante muitos anos, a indicação de um paciente para outro foi o motor principal da agenda médica.
Ainda funciona? Sim.
Mas perdeu o protagonismo.
Hoje, quando alguém recebe uma indicação, a primeira reação não é marcar a consulta.
A primeira reação é pesquisar.
E é nessa pesquisa que a maior parte das decisões é tomada.
Estudos recentes mostram que:
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87% dos pacientes pesquisam o médico antes de marcar a consulta;
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73% dizem que abandonam um profissional se não encontrarem informações confiáveis;
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69% preferem médicos que aparecem no Google e nas redes sociais com força;
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62% confiam mais em médicos que aparecem em jornais ou plataformas institucionais.
Ou seja:
A indicação apenas inicia o processo.
O digital é quem fecha.
Quando o paciente pesquisa, o que ele encontra decide tudo
Se ele encontra:
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um site desatualizado,
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posts genéricos,
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informações rasas,
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ausência de autoridade,
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nenhuma presença em jornais,
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nenhuma aparição na IA,
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falta de clareza profissional,
ele simplesmente DESISTE.
O paciente não envia uma mensagem dizendo “não gostei”.
Ele apenas vai para o concorrente melhor posicionado.
Google + Instagram + IA = o novo tripé da tomada de decisão
A jornada do paciente funciona assim:
1. Google — Autoridade Técnica
Ele quer respostas, clareza e segurança.
Procura:
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artigos,
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site rápido,
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diagnósticos explicados,
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autoridade editorial.
2. Instagram — Empatia e Identificação
Aqui ele precisa sentir:
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confiança,
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didática,
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proximidade,
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humanidade,
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postura profissional.
3. IA (ChatGPT + IA do Google) — Validação Automática
O paciente faz perguntas diretas:
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“Quem é o melhor cirurgião plástico de Goiânia?”
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“Quem é referência em tireoide?”
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“Qual urologista é mais bem avaliado?”
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“Qual médico é mais ativo digitalmente?”
A IA responde com base no que encontra na internet.
Se o médico não existe digitalmente, ele não existe para a IA — logo, não existe para o paciente também.
Jornais são a camada que decide quem vira referência pública
Para um paciente, um médico aparecer em:
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matérias,
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colunas,
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entrevistas,
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análises,
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recomendações editoriais
é um selo instantâneo de confiança.
Não é vaidade — é estratégia.
Aparecer em jornais próprios, como os 17 do Grupo Ideia Goiás, cria:
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lastro,
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reputação,
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credibilidade,
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indexação profunda no Google,
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presença constante em IA,
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percepção de autoridade pública.
Isso pesa mais na decisão do paciente do que muitos imaginam.
A maioria dos médicos perde pacientes por um motivo simples: falta de presença digital estratégica
Não é falta de competência.
Não é falta de resultados clínicos.
Não é falta de credibilidade.
É falta de:
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consistência,
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estratégia,
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posicionamento,
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construção de narrativa,
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autoridade mensurável.
Se o paciente te pesquisa e não encontra você como gostaria…
ele não vai “ajustar a expectativa”.
Ele vai escolher outro.
Por que a Ideia Goiás mudou esse jogo para centenas de médicos?
Porque o Grupo Ideia Goiás criou um modelo único no Brasil:
✔ 17 jornais próprios
Com milhões de visualizações mensais, que constroem reputação e garantem visibilidade constante.
✔ SEO avançado + IA aplicada
Para ocupar o topo das pesquisas e aparecer de forma consistente nos sistemas de inteligência artificial.
✔ Produção de vídeos com roteiro profissional e edição cinematográfica
O tipo de conteúdo que realmente converte.
✔ Estratégia integrada: Google + Instagram + Jornais + IA
Nenhuma agência médica do Brasil entrega esse ecossistema completo.
✔ Gestão 360°
Para que o médico não perca tempo com marketing e foque no que importa: o consultório.
A verdade dura e libertadora: hoje, não cresce o médico mais competente — cresce o mais visível
A medicina moderna é:
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técnica,
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emocional,
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estratégica,
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informativa,
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conectada,
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digital.
Médicos que se adaptarem agora vão dominar seus nichos por anos.
Médicos que não fizerem isso…
irão desaparecer para o algoritmo — e para os pacientes.
Análise crítica — o médico que não controla sua narrativa será controlado por ela
Em um cenário onde tudo se torna digital, quem define sua história para o paciente?
Você?
Ou o silêncio digital?
Quem controla sua primeira impressão?
Você?
Ou a falta de posicionamento?
Quem decide sua autoridade?
Você?
Ou o algoritmo?
A resposta determina seu futuro.
E o futuro começa agora.

