A primeira consulta não é presencial. Ela acontece no Google.
Nos últimos anos, o comportamento do paciente mudou de forma irreversível.
Antes de ligar no consultório, antes de marcar uma consulta, antes mesmo de perguntar “quanto custa”, o paciente faz algo automático:
Digita seu nome no Google.
Analisa seu Instagram.
Verifica sua reputação em jornais.
Observa a consistência da sua imagem.
Compara você com concorrentes diretos.
Essa primeira impressão digital é responsável por 70% da tomada de decisão, segundo análises de comportamento de busca em saúde.
E ela acontece em segundos.
Se o que ele encontra transmite confiança, autoridade e clareza — a consulta acontece.
Se transmite dúvida, inconsistência ou ausência — ele procura outro profissional.
A lacuna entre ser excelente e parecer excelente
Centenas de médicos altamente qualificados enfrentam o mesmo problema:
Têm excelência técnica, mas não transmitem excelência digital.
O paciente não tem acesso ao seu:
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currículo,
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experiência,
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habilidade cirúrgica,
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cuidado humano,
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resultados reais.
Ele só vê aquilo que o digital entrega.
E, muitas vezes, o digital entrega pouco — ou entrega errado.
O cérebro humano julga confiança em frações de segundo
Estudos de neurociência apontam que:
0,05 segundos — é o tempo que o cérebro leva para formar uma impressão visual.
7 segundos — é o tempo médio para decidir se algo (ou alguém) é confiável.
2 a 5 cliques — definem se o paciente liga para o consultório ou sai da página.
Isso significa que:
Não basta ser confiável. É preciso parecer confiável — rápido.
O que faz um médico perder pacientes sem perceber
Quando o digital não está alinhado, o paciente interpreta assim:
❌ Site antigo → “Não é atualizado.”
❌ Instagram desorganizado → “Não passa segurança.”
❌ Sem publicações em jornais → “Não parece referência.”
❌ Sem conteúdo técnico → “Talvez não seja especialista.”
❌ Sem SEO → “Não consigo encontrar nada relevante sobre ele.”
❌ Sem vídeos → “Não sei se ele sabe explicar, se é didático, se é acessível.”
Esse julgamento silencioso derruba a conversão.
Os pilares que constroem uma primeira impressão perfeita
Para ser escolhido, o médico precisa dominar três camadas:
1. Google — Autoridade Técnica
É aqui que o paciente valida:
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se você é reconhecido,
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se aparece em matérias,
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se tem conteúdo,
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se tem reputação,
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se o site é profissional.
Sem Google forte, não existe autoridade.
2. Instagram — Conexão Humana
Aqui ele analisa:
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clareza nas explicações,
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qualidade dos vídeos,
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autenticidade,
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proximidade,
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postura e estilo.
O Instagram transforma a autoridade em empatia.
3. Jornais — Prova Social Pública
Quando o paciente te vê em veículos confiáveis, ele pensa:
“Se está em jornais, é porque é referência.”
Isso altera diretamente a decisão.
O papel decisivo da Ideia Goiás nessa transformação
O Grupo Ideia Goiás se tornou um divisor de águas porque integra as três camadas — algo que nenhuma agência comum no país oferece:
✔ 17 jornais próprios
com milhões de visualizações mensais.
✔ Estratégia editorial e jornalística profissional
para construir reputação pública.
✔ SEO avançado + IA + Google
para posicionar nomes, especialidades e tratamentos.
✔ Instagram estratégico com vídeos, roteiros e narrativa médica
para criar conexão imediata.
✔ Operação 360° com especialistas dedicados exclusivamente à saúde
para que o médico não gaste tempo com marketing.
O resultado? Primeiras impressões que se transformam em pacientes.
Quando o médico:
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aparece bem,
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aparece onde importa,
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aparece com frequência,
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aparece com credibilidade,
a agenda muda.
A consulta deixa de ser “uma opção” e passa a ser “a decisão mais segura”.
Análise crítica — A disputa não é por atenção: é por confiança. E confiança se constrói antes do encontro presencial.
A primeira impressão digital é, hoje, o maior determinante da conversão médica.
Aqueles que controlam essa impressão crescem.
Aqueles que deixam o acaso decidir… desaparecem.
Na saúde, visibilidade sem autoridade é ruído.
Autoridade sem visibilidade é invisibilidade.
O sucesso em 2025 depende da união das duas.

